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domingo, 28 de junho de 2009

A escolha de aqui a três meses


O voto útil decidirá quem governará o país nos proximos quatro anos. Será o Governo que se diz de terceira via de José Sócrates, ou o Governo a tender para o Liberal de Manuela Ferreira Leite?

Esqueçamos quem é o melhor político, nem quem fala melhor, nem que recebeu prémios de se vestir melhor. Pensemos no essencial: politica de Verdade.

José Sócrates escolheu como ideologia orientadora do seu governo uma que fica muito àquem do seu Partido, ou seja, de socialista nada tinha. Privatizou o que não devia privatizar, nacionalizou o que não tinha que nacionalizar. E por entre algumas medidas positivas para inglês ver (que se contam pelos dedos já agora...), espalhou a economia e as finanças. Até o Ministro das Finanças dele foi eleito como o pior ministro das Finanças da Europa! Mas vejamos a alternativa.

Manuela Ferreira Leite é uma liberal convicta, mas crente num liberalismo ordenado, muito semelhante ao liberalismo alemão. Claro está, a palavra liberal hoje em dia nem se pode por na boca dos políticos, pois a Esquerda toda aproveitou a crise para culpar o liberalismo, afirmação essa FALSAS. A crise foi causada não pelas políticas liberais, mas sim pelas políticas do Laissez-Faire de Politicos que não souberam goevrnar sob a alçada de um mercado livre. Um mercado livre pode muito bem ser controlado, não através de uma visão estatizante como defendem os socialistas, mas através de uma legislação eficaz, económica e social. Esse é o caminho do chamado Liberalismo Social.
Pois se a esquerda toda se orgulha de ser antiliberal, vejamos o que o socialismo deu ao mundo.

A Russia tornou-se socialista e afundou o seu país. Virou á direita e começou a desenvolver-se tremendamente. A China de Mao impôs o socialismo e arruinou o País, mas nos ultimos anos foi adoptada uma politica liberal que catapultou a nação para a maior economia emergente do Mundo.

Os países escandinavos, ordoliberais de raiz, são os países mais justos e desenvolvidos do mundo. Os EUA, a nação mais poderosa do Mundo, são totalmente liberais, quer á esquerda quer á direita. A Alemanha do fim da Segunda Guerra estava arruínada pelo regime Nazi, sendo os Liberais que a ergueram de novo. Isto sem falar na França, Itália e Japão, e outros inúmeros exemplos.


O liberalismo baseia-se numa economia de mercado livre, mas isso é apenas uma parte. Ferreira Leite acredita no Mercado livre, mas acredita também na função social deste, de como um dos principais objectivos dela é garantir o emprego ás camadas trabalhadoras, servindo o estado como regulador máximo dos aspectos Económicos.

Ferreira Leite, especialista de renome mundial em Economia e Finanças, sabe qual é o caminho para o progresso e de resolver a crise instalada em Portugal da qual tem muitas responsabilidades José Sócrates e o seu Governo.

A escolha é vossa. Mais do mesmo, ou uma alternativa de capacidade.

Vamos por o País na ordem?

sábado, 27 de junho de 2009

Energia, "Mudar Mentalidades, Mudar Ambientes"

Mais um grande contributo da JSD Oeiras para o Ambiente, o segundo video da Camapnha Ambiental "Mudar Mentalidades, Mudar Ambientes".

Este é sobre a Energia, um dos grandes temas actuais no Ambiente, e apresenta-nos uma visão imparcial sobre o que é a crise energética, as suas causas, as suas consequências, e as suas soluções.

Já sabe, por si, pelo futuro, POUPE ENERGIA!

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Politica Energética-- Que fazer?


Eis uma das perguntas que me encontro sempre a fazer.

De facto, as fontes de energia devem obviamente ter como prioridade ser de uma natureza renovável, isso é mais que obvio. Mas que fazer?

Vejamos a água. O plano Nacional de Barragens de elevado potencial hidrico propoe-se á poupança em grande escala de energia e criação de 1000 empregos. Devemos no entanto ter sempre em conta o elevado impacto ambiental de cada Barragem e claro, a verdadeira quantidade de energia que vai fornecer a Portugal.

O Programa não tem em conta as conclusões recentes do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas em relação à Península Ibérica, nomeadamente uma redução da produção hidroeléctrica entre 20 a 50% entre os níveis actuais e 2070, o que impossibilita a rentabilidade deste projecto. Sem esquecer que as proprias Albufeiras emitem gases de efeito de estufa, nomeadamente 10 g de CO2 por cada khw produzido, sendo que 70% deste valor está associado ao período de construção.

Não só estes factos, mas a propria Lei da Água, uma das mais positivas politicas deste Governo de Nunes Correia, vai contra o Programa Nacional de Barragens, pois leva á propria degradação gradual da água, e á destruição dos ambientes lacustres onde são colocadas.

Não acredito no Programa Nacional de Barragens, embora concorde que em certos locais defecitários de energia renovável deve ser implatado mas de maneira a serem minimizados os seus efeitos ambientais.

Mas então que fazer? Eu acredito que a politica energética deve-se apoiar, mais do que a produção renovável de electricidade, na eficiência energética dos Edificios e Transportes. As energias renováveis devem ser um apoio, mas não o objectivo supremo, pois a sua evolução é caracterizada pela sua lentidão, embora de grande impacto positivo.

Deve ser criado um Programa de Eficiência energética, em que se deve regular a energia dos edificios, fiscalizar a sua má utilização e excesso, incentivar os edificados a utilizarem a energia renovável como fonte primária de energia, apostar na construção ambiental e arquitectura e construção civil ambiental, implementar medidas de eficiência energética nos planos de ordenamento ambiental, taxar mais o uso de energia não renovável, incentivar a criação de empresas nacionais especializadas nesta área e apostar em icentivos fiscais para a boa utilização da energia.

O governo de Nunes Correia já criou um programa, ainda que algo incompleto, desta Natureza, Não existe no entanto uma única medida do programa aprovado, ainda na gaveta há já mais de um ano. Mais uma vez, este ministério do Ambiente fica-se pela promessa, disfarçando a incompetente governação com a criação de programas que nunca são aplicados.

É preciso fazer mais, aplicar o que se já tem e melhorar a eficiência energética de Portugal. Essa é a minha opinião sobre a Politica Energética para Portugal.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

O choninnhas do Ambiente


Já chega! Tenho de falar deste gajo....

Como futuro profissional da área do ambiente nem posso caracterizar estes ultimos quatro anos de Nunes Correia, como Ministro do Ambiente, sem ter de falar da sua ultima joia.

Pois não é que, este nosso senhor doutor engenheiro, decide anuncia, numa entrevista ao semanário Sol, que quer aumentar o preço da água por esta se encontrar num preço muito abaixo da União Europeia!

Mas não quer aumentar qualquer coisa, quer aumentar 15 vezes o seu preço, ou como ele o põe, "passar de 0,1% para 1,5% do rendimento familiar médio".

Pois é... o que este senhor não deve saber é que o rendimento médio familiar de Portugal é, tal como o preço da água, muito inferior ao da União Europeia. Se quisesse aumentar assim tanto o preço da água talvez, não sei, lhe passasse pela cabeça diminuir a carga fiscal dos portugueses ou quiçá aumentar as pensões ou salário minimo. Ah, pois, mas esse departamento já é de outro senhor, o ministro das Finanças.... O que me leva aos 4 anos do Ambiente socialista.

Nunes Correia tem demonstrado ao longo da sua carreira conhecer a fundo os problemas ambientais do país. No entanto, tem sido um ministro do Ambiente ausente, sem ideias, sem reformas, apenas com uma lei da água e um programa de resíduos hospitalares para mostrar por quatro anos de salário.

Mas porquê? Simples, neste governo sempre existiram dois ministérios que mais mandaram: Obras Publicas e Finanças. Para se fazerem as verdadeiras reformas ambientais em Portugal, reformas essas que Nunes Correia de certo que sabe quais são, é preciso que o Ambiente começe a ser levado a sério pelos Governos. O que este governo Socialista fez foi exactamente o oposto, po-lo para segundo plano para as Finanças e Obras Publicas ( se soubessem quantas áreas protegidas o TGV vai passar....).

E agora, o mesmo mentecapto que reduziu as quotas de poluição industrial (um incentivo a poluir basicamente, para aumentar o lucro), quer aumentar o preço da água!

Pois, meus caros leitores, quando forem votar, caso estejam indecisos e se preocuparem minimamente com o Ambiente em Portugal, façam as contas e depositem o vosso papel.

Mas se fizerem as contas bem, de certo que não será no PS.... muito menos neste choninhas do Ambiente!

domingo, 7 de junho de 2009

E ninguém pára o Rangel......


Para muita supresa (agradável, diga-se de passagem) o PSD, sob a forte liderança do líder Parlamentar Paulo Rangel, ganhou as eleições Europeias, arrebatando 8 deputados (espero que sejam 9, ainda não se apuraram todas as freguesias) perante os 7 do PS.

Isto apenas prova que o PS está chumbado pelo povo português, após o seu desastroso governo de 4 anos ridiculos sem eira nem beira.

Falo no meu Caso do Ambiente, onde o actual Ministro do Ambiente, que nunca fez nada de jeito pelo seu tema, anuncia agora a subida de 15 vezes mais o preço da água, num país onde a empresa Pública de água, a AdP, dá lucros ao país. Quando pus o meu voto no boletim, pensei nisso, e teve resultados. Muitas mais pessoas pensaram na educação, na agricultura, na economia, e teve resultados, a derrota do PS, a derrota de Vital, e ainda mais saboroso, a derrota de José Sócrates.

Mas devo apontar uma coisa que me decepcionou: votou-se contra o Governo, não a favor da Europa. Embora tenha ganho a equipa mais europeísta e melhor para a UE, ganhou por protesto e não por aclamação.
Veremos como é daqui a uns meses!

VIVA O PSD, VIVA PORTUGAL (e toma lá Avô Cantigas!!!!)